Uma semana em um dos paraísos da Bahia. Ou alegria pura, que é sinônimo.
Fomos no final de outubro de 2021. Por ser difícil de acessar e transitar, este reduto do Brasil ainda segue preservado do grande público. Contra: estradas ruins. Pró: natureza e privacidade.
Para chegar, pegamos um vôo até Ilhéus, um taxi até Camamu e uma lancha até Barra Grande. Tínhamos fechado antecipadamente o transfer Ilhéus – Barra Grande por uma agência na internet.
Pela dificuldade de trajeto interno na península, optamos por nos hospedar em três regiões e assim aproveitar melhor o entorno. Entre as regiões nos deslocamos de taxi (combinamos tudo em Barra Grande, que é onde ficam os motoristas).
Ficamos 2 dias em Barra Grande, 2 dias no Cassange e 1 dia em Taipu de Fora. Achamos ótima a divisão. Deu pra conhecer tudo o que planejávamos.
Em Barra Grande ficamos em uma pousada na Ponta do Mutá. Essa região tem vários bares na praia, com uma vibe ótima. Exploramos as praias próximas – da Barra e Bombaça e o rio Carapitangui. Nos comes e bebes, destaques para o Bar da Rô e Obar.







Depois de 2 dias de mar, sol, drinks e comida boa, pegamos um taxi rumo ao Cassange. A estrada é bem ruim, mas vai valer a pena. Só segue… rsrsrs. No Cassange, optamos por alugar uma casa que ficava de frente para a lagoa e há 50 metros do mar. Dá pra imaginar a nossa alegria, né? Aqui comemos em casa, mas não perdemos o pastel de camarão do Bar da Lagoa.






No dia seguinte alugamos um quadriciclo para explorar a região da praia de Algodões. O quadri é bem comum por lá, inclusive entre os moradores, porque realmente é um transporte que se adapta bem às condições das estradas de areia e terra. Em Algodões, destaques de comes e bebes para o Tikal e o Obaê.






Hora de deixar nossa linda casa em Cassange e partir, de taxi, para nossa última parada, em Taipu de Fora. Lá passamos apenas um dia. Não houve necessidade de transporte. Andar pela praia foi suficiente e delicioso. Destaques gastronômicos para o Tempero da Dê e para o restaurante da Pousada da Lua.



Por fim, pegamos um taxi de Taipu de Fora para Barra Grande, onde pegamos a lancha até Camamu e, depois, o taxi até o aeroporto de Ilhéus.
E volta como? Na vibe baiana, claro. Axé, Bahia, até a próxima.
Enquete final
O que mudaria no roteiro? Nada, visto o tempo que tínhamos, mas se tivesse mais dias, curtiria com mais calma a praia de Algodões.
Mudaria algo no transporte? Não. Acho que alugar carro para Maraú é complexo, dadas as condições das estradas. E tem “estradas” de areia que o quadriciclo dá conta super bem.
Qual foi o ritmo de viagem? Em Barra Grande tivemos um dia todo de calmaria em um dos bares delícia da Ponta do Mutá. Do resto, estávamos ativas, entre praias, restôs, bares, por do sol e mirantes, mas sem grandes correrias.
E a comida? Tem ótimas opções de restaurantes. Para quem não curte coentro, pimenta, dendê, leite de côco e fritura, bem, talvez você vai ter que ler com atenção o cardápio, mas sempre dá pra achar algo interessante.